Viagem Cruzeiro

Navios sempre impressionaram por sua imponência, grandeza e, em geral, pelo luxo que cruzeiros oferecem hoje e ofereceram no passado. A história de navios começou com a invenção do motor a vapor, em 1712, por Thomas Newcomen. Essa invenção deu a chance de, em 1819, acontecer uma viagem que atravessasse o Atlântico. Ela foi feita pelo navio norte-americano S. S. Savannah. No começo, a aplicação dessas viagens era somente como meio de transporte, não necessariamente de turismo. A época em que navios com passageiros tiveram números mais impressionantes foi entre o final do séc. XIX para o séc. XX.

Houve uma empresa de grande destaque nessa época, a White Star Lines. Entre os seus feitos, podemos citar a linha de navios “Classe Olypic”, com uma frota de três grandes deles: o Olympic, o Britannic e o Titanic. O Britannic era o maior dos três, mas foi usado como navio-hospital, que seria o meio de transportar feridos da Itália para a Inglaterra, mas cumpriu essa função por pouco tempo, pois naufragou menos de um ano depois de sua primeira viagem. O Titanic teve o mesmo triste fim depois de acertar um iceberg. Com a criação do avião, os navios passaram a oferecer viagens de turismo no mundo, já que, por via aérea, os passageiros chegariam ao seu destino mais rápido. O primeiro “cruzeiro” que houve foi o Prinzessin Victoria Louise encomendado em 1900. De lá para cá os destinos e os passageiros para os cruzeiros têm aumentado, mas o luxo e a magia de um cruzeiro nunca se esgotaram.

Para quem vai viajar num cruzeiro pela primeira vez, a preparação começa na hora de arrumar a mala. Objetos que emitam calor ou possam causar chamas são proibidos. Comida e bebida (mesmo não sendo alcoólica) também são proibidas, além de drogas e substâncias ilícitas. É recomendado que objetos pessoais e de valor (notebook, relógios, joias e outros) façam parte da bagagem pessoal, por medidas de segurança. Além desses elementos, procure colocar alguns itens de uso básico, pois pode acontecer certa demora ter acesso a suas malas.

É de suma importância que, na hora de entregar suas malas, elas estejam identificadas, para não ter o risco de serem confundidas. O recomendável é que cada passageiro leve, no máximo, duas malas, com peso de, em média, vinte quilos. Esses números não são uma regra, mas facilitam na hora de partir para a viagem e também na hora da chegada em seu destino.

Checar a documentação é parte necessária para poder viajar, para os brasileiros, é necessário estar com RG, outro documento de identificação aceito no Brasil, além do passaporte válido. Para passageiros estrangeiros que residem no Brasil, os documentos são necessários são também o RNE (Registro Nacional de Estrangeiros) além do passaporte válido. Já para os estrangeiros que não residem no Brasil, além do passaporte dentro da em validade também é cobrado a tarjeta de entrada carimbada pela imigração. Esses documentos podem variar de acordo com o destino da viagem.

Já no navio, procure acompanhar a programação que acontecerá no período de viagem. Uma embarcação costuma ter excursões e eventos que necessitam de reserva; portanto fique atento para poder aproveitar essas ocasiões. Geralmente, um dos sucessos nos cruzeiros, os cassinos, são frequentados por muitas pessoais e é um ótimo lugar para fazer amizades. O cassino, no entanto, só funciona enquanto está navegando. Em terra, ele permanece fechado.

Na bagagem, deve conter também remédios para eventuais dores de cabeça, complicações estomacais ou, ainda, no caso de sentir enjoo durante a viagem.

Durante um cruzeiro existem paradas em cidades portuárias. Informe-se sobre elas para poder aproveitar o melhor das cidades turísticas.

Na fase final da viagem, consulte quanto deu a conta para poder organizar a forma de pagamento e, no caso de alguma divergência em relação aos valores, a questão deve ser resolvida ainda dentro do navio. Na hora de pegar as malas, confira se são realmente suas. E, no mais, aproveito o resto da viagem.